Hoje terminei um livro em que no final discutia-se a morte. Achei interessante a abordagem. O que será realmente a morte? Tenho que morrer para saber o que é e como é. Ninguém pode nos falar a respeito dela, a respeito do que sentimos. Será que sentimos alguma coisa depois de morrer? Será que o processo é doloroso?
Pode ser que a morte seja o melhor descanso de todos os que você já tentou ter na sua vida inteira. Onde os olhos se fecham por completo, o corpo adormece sem força e a leveza toma conta de tudo. Poderíamos comparar esse processo com prazer. Será possível? Morrer pode ser prazeroso? Talvez sim, pois deve dar o alívio de se desligar de todo e qualquer tipo de dor e sofrimento. Talvez não, se sua mente ficar ligada na vida pensando o quão ruim pode ser a morte.
Quem pode nos responder essas questões?
Espero não receber comentários de mortos-vivos contando como é! haha!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Sou original! :D
Preciso discutir esse assunto. O cd/dvd original e o pirata!
É engraçado como a internet mudou esse mercado. Eu tenho 'coisas' com cds e dvds originais. Compro mesmo! Se eu gosto, eu compro. Valorizo o trabalho do artista. Não que quem compre pirata desvalorize, apenas deixa de enxergar o quanto valorizar o trabalho é importante.
É engraçado pensar que eu sofro até um certo preconceito quando admito pras pessoas que compro original.. aí tenho que ouvir "você é louca, tem tudo de graça na internet", "imagine gastar dinheiro com cd". Ok, pensem o que quiserem, eu gasto e acho um dinheiro muito bem gasto. Nada melhor do que você ter o trabalho do cara ali na sua mão, com encarte, letras, agradecimentos e tudo mais que tem direito. Digo o mesmo para dvds. Tenho que aumentar minha coleção. Isso é pra vida toda!
É uma pena que tenha acontecido isso tudo com a indústria da música. O cd é um trabalho tão longo e demorado, requer muito tempo de concentração pra fazer tudo bem feito, pra ficar perfeito! Aí quando coloca-se à venda, vem os espertões copiar pra vender por 5 reais e não dar NEM UMA parcela pro autor da obra. Que mancada! Think about it.
É claro que eu tenho cds piratas, ou melhor, gravados! Mas não gosto de tê-los, parece que tô ouvindo uma coisa falsa, é estranho!
Esse post foi um desabafo! Tchau.
É engraçado como a internet mudou esse mercado. Eu tenho 'coisas' com cds e dvds originais. Compro mesmo! Se eu gosto, eu compro. Valorizo o trabalho do artista. Não que quem compre pirata desvalorize, apenas deixa de enxergar o quanto valorizar o trabalho é importante.
É engraçado pensar que eu sofro até um certo preconceito quando admito pras pessoas que compro original.. aí tenho que ouvir "você é louca, tem tudo de graça na internet", "imagine gastar dinheiro com cd". Ok, pensem o que quiserem, eu gasto e acho um dinheiro muito bem gasto. Nada melhor do que você ter o trabalho do cara ali na sua mão, com encarte, letras, agradecimentos e tudo mais que tem direito. Digo o mesmo para dvds. Tenho que aumentar minha coleção. Isso é pra vida toda!
É uma pena que tenha acontecido isso tudo com a indústria da música. O cd é um trabalho tão longo e demorado, requer muito tempo de concentração pra fazer tudo bem feito, pra ficar perfeito! Aí quando coloca-se à venda, vem os espertões copiar pra vender por 5 reais e não dar NEM UMA parcela pro autor da obra. Que mancada! Think about it.
É claro que eu tenho cds piratas, ou melhor, gravados! Mas não gosto de tê-los, parece que tô ouvindo uma coisa falsa, é estranho!
Esse post foi um desabafo! Tchau.
domingo, 9 de novembro de 2008
Alô?
Outro dia fiquei pensando no que o celular se tornou pro ser humano. Gente, como assim?Há uns 10 míseros anos minha mãe comprou um celular pra ela e eu achava aquilo o máximo! E ficava toda feliz por pensar "minha mãe tem telefone celular".
Aquele tijolo que servia pra brincar de serpente até tinha umas outras utilidades.. falar! Mas com quem ela ia falar se só ela tinha celular? Ah tá, se eu precisasse de alguma coisa, podia encontrar ela fora de casa, que mágico!
Uns 3 anos se passaram e eu ganhei meu primeiro tijolinho de Natal, fiquei super feliz, porém perdida. Me sentia meio solitária ainda com aquilo.. Não entendi o poder que aquilo podia ter.
Hoje eu penso: "o que seria de nós sem celular?". Mas que absurdo. Acho decepcionante pensar que não consigo mais viver sem esse ser inanimado que só atrapalha minhas finanças, meus momentos de descanso, de sono! Pior que isso, pensar que eu não uso telefone fixo há muito tempo. Meu telefone fixo é móvel, do you understand?
Pois é, aquela pedra de concreto que hoje se transformou num papel de seda praticamente movimentou o mercado de telefonia, gerou empregos, agregou um aparelho eletrônico ao mundo e qual é a tendência? Nem quero saber!
Admiro pessoas que não possuem celular.. eu não consigo viver sem. Se ele der pau, perco minha agenda! Oh céus, que mundo moderno! Quase que nem lembro o número da minha casa, ele só serve para fazer cadastros.
A segunda parte da admiração é ver que o telefone celular se transformou em um computador de bordo, com direito a acesso à Internet, e-mails, MSN Messenger e até YouTube. Eu sou uma viciada em Internet mas não a ponto de entrar no MSN pelo celular, juro que não!
Esse aparelho parece que perdeu sua funcionalidade inicial. Ou por um acaso vocês já viram algum comercial que diz que o telefone celular FALA? Imagine! Os comerciais só dizem que ele tem 1 milhão de memória, 1 zilhão de cores no visor, acesso ao mundo por ali, bluetooth, mp3 player, câmera de sei lá quantos megapixel e bla bla bla. Não dizem nem a quantidade de números que você pode cadastrar no bichinho.
Funcionalidade pra mim são as mensagens SMS, adoro!
Mas enfim, fiquei inconformada!
Termino dizendo que não é porque estou inconformada que não faço parte desse clubinho de pessoas atingidas pela modernidade. Acho fascinante tudo isso, só tenho medo de projetar o futuro na minha imaginação pra uns 5 anos.
Peraí um minuto.. "Alô?"...
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Ah, não me contento com pouco.
Eu gosto do excesso à falta. Começo dizendo que tenho mais de 6000 músicas no meu Itunes (ok, eu sei que você pode ter mais que eu...) e é óbvio que eu não ouço todas, nem metade. Ouço as mesmas, podemos assim dizer. Deve ter mais de mil que eu nunca ouvi. Aí é que está.. então por que tenho tantas e por que não deleto as que não ouço? Vai que UM DIA eu resolvo ouvir, né?
Pior do que ter esse excesso sem motivo é saber que esse excesso não me beneficia em nada, pelo contrário, diminui a memória do meu computador mas eu já disse que não vou deletar minhas musiquinhas!
E as fotos? Por que não gravo em um cd pra liberar espaço aqui? Vai que um dia eu preciso mandar aquela foto velha pra alguém, dificulta pegar o cd em algum lugar. O bom é que eu também sei que (quase) nunca mando fotos velhas pra ninguém e nem fico olhando pra ver o quanto eu era estranhinha. E viva a preguiça!
Por que eu não posso comer apenas um bis? Tenho que comer dois. Acho que está embutido na minha cabeça que os caras são f*da e que se eu não comer mais de um, sou estranha.
Se eu ganho dois presentes iguais chego a pensar em ficar com os dois iguais. Meu Deus, gosto do excesso ou sou egoísta?
Pior do que ter esse excesso sem motivo é saber que esse excesso não me beneficia em nada, pelo contrário, diminui a memória do meu computador mas eu já disse que não vou deletar minhas musiquinhas!
E as fotos? Por que não gravo em um cd pra liberar espaço aqui? Vai que um dia eu preciso mandar aquela foto velha pra alguém, dificulta pegar o cd em algum lugar. O bom é que eu também sei que (quase) nunca mando fotos velhas pra ninguém e nem fico olhando pra ver o quanto eu era estranhinha. E viva a preguiça!
Por que eu não posso comer apenas um bis? Tenho que comer dois. Acho que está embutido na minha cabeça que os caras são f*da e que se eu não comer mais de um, sou estranha.
Se eu ganho dois presentes iguais chego a pensar em ficar com os dois iguais. Meu Deus, gosto do excesso ou sou egoísta?
domingo, 2 de novembro de 2008
Time is money!
Por que a gente sempre acha que tem tempo suficiente pra fazer o que temos que fazer, pra pensar em coisas, pra fazer a lição de casa, pra marcar o médico, pra dizer um ‘eu te amo’?
Será que é porque sabemos que o relógio nunca vai parar de rodar ali nos seus 360°? Se pararmos pra pensar no tempo que perdemos panguando, pensando na morte da bezerra ou olhando a pequena aranha subir pela parede, vamos perceber que 20% da nossa vida se foi sem fazermos ‘nada’. Sem contar no tempo que ‘perdemos’ dormindo. Oh, meu Deus! Permito-me dizer que dormir não é tanto tempo perdido, eu adoro!
Mas acho que todos nós precisamos sentir que 360° no relógio é metade de um dia! E a gente mal percebe, mal pensa nisso, afinal, pensar nisso leva tempo e pode ser considerado tempo perdido. Enfim, se o dia tivesse 30 horas como sugere o Unibanco, será que teríamos mais tempo pra pensar na vida ou pra tomar atitudes? Eu, particularmente, dormiria mais 2 horas. :) Leria mais uma hora, ficaria na internet mais outra hora e não sei o que faria com as outras 2 que restaram, posso pensar? Puf, passou..
Mas... e se acontecer alguma coisa gravíssima comigo amanhã? Não vou ter ido ao ginecologista porque estou adiando isso há algumas semanas. Mas por que eu ainda não fui? Ah, sei lá, amanhã eu penso nisso...
Será que é porque sabemos que o relógio nunca vai parar de rodar ali nos seus 360°? Se pararmos pra pensar no tempo que perdemos panguando, pensando na morte da bezerra ou olhando a pequena aranha subir pela parede, vamos perceber que 20% da nossa vida se foi sem fazermos ‘nada’. Sem contar no tempo que ‘perdemos’ dormindo. Oh, meu Deus! Permito-me dizer que dormir não é tanto tempo perdido, eu adoro!
Mas acho que todos nós precisamos sentir que 360° no relógio é metade de um dia! E a gente mal percebe, mal pensa nisso, afinal, pensar nisso leva tempo e pode ser considerado tempo perdido. Enfim, se o dia tivesse 30 horas como sugere o Unibanco, será que teríamos mais tempo pra pensar na vida ou pra tomar atitudes? Eu, particularmente, dormiria mais 2 horas. :) Leria mais uma hora, ficaria na internet mais outra hora e não sei o que faria com as outras 2 que restaram, posso pensar? Puf, passou..
Mas... e se acontecer alguma coisa gravíssima comigo amanhã? Não vou ter ido ao ginecologista porque estou adiando isso há algumas semanas. Mas por que eu ainda não fui? Ah, sei lá, amanhã eu penso nisso...
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