quinta-feira, 30 de outubro de 2008

É segreeedo..

Você sabe guardar um segredo?
Você sabe guardar aquela informação absurda de todas as pessoas que te cercam? Sem poder compartilhar com ninguém?
Pra muitos nem faz diferença. Mas pra mim, minha nossa! Mexe com o que eu chamo de caráter. Contar um segredo me fere. Já pensei mil vezes que sou louca, concluí que não. Claro que não! Meu jeito de ser é meu e só meu.
Afinal, o dicionário diz sobre segredo: “s. m. Aquilo que é secreto ou não pode ser divulgado...”. NÃO PODE ser divulgado, então eu não vou te contar um segredo.

E pra muitos eu digo (hahaha): sou a pessoa mais confiável que eu conheço!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Palavra por palavra

Muito mais fácil (ou não) que falar do texto é falar da palavra. A palavra simples, pura. A palavra que forma o tal texto. Mais que isso, a palavra que tem o imenso poder da persuasão. Um ‘sim’ (ou ‘não’) pode mudar todo o contexto de uma conversa longa, confusa; mais que isso, pode mudar opiniões. Seriam frágeis aqueles que mudam de opinião por ser persuadido por uma única palavra? Quem nunca parou pra pensar ao ouvir uma palavra solitária? Ok, não precisava mudar de opinião, mas parou pra pensar, quase mudou, desmudou, voltou pra opinião inicial. O interessante é como isso mexe, como bagunça os pensamentos. Quem se atreve a querer embaralhar as idéias do outro? Ou mesmo de mudar tudo o que ali existe..
Complicado, mas isso existe há muito e muito tempo...


“...o justo não quer exceder o seu semelhante, mas o seu oposto; ao passo que o injusto quer exceder tanto o seu semelhante como o seu oposto.” Platão

terça-feira, 28 de outubro de 2008

E vamos falar de...

Texto.
Manifestação lingüística que permite comunicação de um modo completo. Tão importante pra uns, rejeitado por outros. Para os que o rejeitam, pode ser apenas uma junção de palavras perdidas procurando um conteúdo inexistente.
Mas como dói os olhos ler um amontoado de palavras! O que dizer do texto internet adentro? Nos faz forçar o cérebro para decodificar símbolos, palavras inventadas.
Com uma parcela tão grande de pessoas que não sabem (ou não querem) utilizar corretamente o bom português para formar um bom texto, o que pensar da reforma ortográfica? Alegram-se aqueles que nunca utilizavam o trema (por pura preguiça, suponho). Choram aqueles que penavam para descobrir onde estava a sílaba tônica.
Profunda admiradora do bom português, é sempre bom reconhecer bons autores (anônimos, assim como eu, talvez como você).

O texto permite ao autor a exposição de idéias, sentimentos, pensamentos, histórias.
Admiro o texto profundo, inteligente, conciso, coerente, complexo, claro, completo. Seria bom utilizar a internet como ferramenta para a propagação do bom texto. É uma pena que a maioria não pensa assim.